ARQUIVOS E BUSCAS: outubro 2011

Trio 3G surge com formação inusitada e herança genética musical da consagrada família Godoy

21/10/2011

Música instrumental e cantada de repertório classudo


Embora esteja para completar três anos de atuação, o 3G faz do show O que a gente ouvia lá em casa praticamente uma estreia. O nome é para reforçar jam sessions que curtiam na casa de seus familiares, sempre que os três se reuniam. No repertório entram desde um meddley de Milton Nascimento, a colagem Canto de Ossanha/Berimbau (Baden Powell/Vinícius de Moraes), clássicos como Linha de passe e Prêt-à-porter, ambas de (João Bosco/Aldir Blanc), Inútil paisagem (Antônio Carlos Jobim/Aloísio de Oliveira), Caminhos cruzados (Jobim/Newton Mendonça), Influência do jazz (Carlos Lyra), até inéditas ou raras como É demais sonhar você (Adylson Godoy) e Colorindo (Amilson Godoy).
A beleza dessas canções surge retocada, e com muita originalidade. Fruto da passagem do trio por Cuba, entram, ainda, La Glória Eres Tu – de José Antonio Méndez e uma leitura contemporânea de Siempre en mi corazón, do compositor Ernest Lecuona.
“Fiz uma pesquisa e não descobri nenhum trio com a nossa formação: voz, teclados e sopros. Celebramos músicas que, além de fazer parte da trilha sonora de nossas vidas, homenageiam nossos mestres. E o espírito é o seguinte: trazer para o palco a descontração da sala de nossas casas” define Tico, lembrando que as canjas domésticas sempre tiveram o “olhar e ouvidos vigilantes” dos seus parentes músicos.

Sobre a experiência em Cuba
O trio relata-se surpreendido: “estar com os mestres da música e compartilhar com eles nossa arte foi realmente incrível”, como disse Adriana. Lá todos tocam muito. Quem é músico iniciou os estudos muito cedo, aplicando-se, diariamente, cinco horas por dia na escola, dos oito aos 17 anos. São sempre impecáveis em suas execuções, têm preparo técnico”, afirma ela.
Para Frederico Godoy, a experiência, “de crescimento profissional patente”, constata que o intercâmbio entre dois povos extremamente musicais só pode resultar num enriquecimento cultural. “Tivemos que nos livrar de alguns preconceitos para entender a realidade local e assim podermos curtir nossa estadia. Assistir e dividir o palco com grandes músicos da ilha e conhecer o seu sistema de ensino foi gratificante”, diz o pianista.
QUEM É QUEM NO 3G
Paulistana, 35 anos, Adriana Godoy, é filha do compositor Adylson Godoy e da cantora Silvia Maria, aos sete anos ingressou na Escola de Piano Magda Tagliaferro, onde estudou até os 14 anos. Aos dezenove anos descobriu seu verdadeiro instrumento – a voz – e dedicou-se, a partir de então, ao estudo da técnica e interpretação vocal na Universidade Livre de Música e com Maria Alvim. Entre 1998 e 2005 apresentou-se com o pai em várias cidades. Depois, dividiu o palco com Alaíde Costa, Carlos Lyra, Eduardo Gudin, Filó Machado, João Donato, Joyce, maestro Júlio Medaglia, Marcos Valle, Miúcha, Renato Brás, Roberto Menescal, Rosa Passos, Sérgio Cabral, Swami Jr., Luiz Roberto Oliveira, Roberto Sion, Zimbo Trio e Théo de Barros, além de apresentar-se com seu tio, maestro Amilson Godoy e Orquestra Arte Viva, e com a Banda Sinfônica Jovem e as Orquestras de Cordas Theatro Municipal de São Paulo e Orquestra Jovem Tom Jobim. Participou de eventos sob a direção de Fernando Faro, José Possi Neto e Manoel Barenbein. Em setembro de 2009, juntamente com o Zimbo Trio, recebeu em La Paz, Bolívia, o certificado de reconhecimento cultural por sua participação no VIII La Paz Fest Jazz Internacional Música de Libertad. Adriana é professora de canto popular no CLAM (escola de música do Zimbo Trio) e professora convidada da Faculdade Santa Marcelina (SP), onde avalia dos alunos de bacharelado em canto popular.
Frederico Godoy, paulistano, 36 anos, filho do maestro e pianista Amilson Godoy, com cinco anos começou a estudar piano com Zuleica Bastos, da Escola Tagliaferro e aos 8 anos passou a estudar no CLAM, escola de música do Zimbo Trio. Iniciou carreira aos 18 anos como pianista da Banda Mo’Jama ao lado da cantora Graça Cunha, do baixista Fernando Savaglia e do baterista Fabio Luchs, com os quais gravou o CD Pulsação. Neste mesmo período foi pianista e arranjador do grupo erudito-popular Divina Caffè. Desde 2006, participa como pianista da Orquestra Arte Viva, regida por seu pai, com a qual já se apresentou com Ivan Lins, Toquinho, Yamandú Costa, Milton Nascimento, Vanessa da Mata e Margareth Menezes, entre outros. Integra e lidera o Frederico Godoy Quarteto, ao lado do guitarrista Ricardo Moreno, do baixista Paulo Machado e do baterista Luciano Lobato.
Tico D’Godoy nasceu em São Paulo e sempre gostou de brincar de teatro, até que aos 17 anos resolveu comprar um saxofone – e a música tomou conta de sua vida. A “experiência teatral” foi explorada em peças como Noturno, direção de Oswaldo Montenegro, Chimbirins e Chimbirons (Marcos Artur e Vladmir Capella), Piramo e Tisbe (Vladmir Capella), Bar doce bar (Luiz Alberto de Abreu e Ednaldo Freire), Peep Show (Maurício Moraes) e Lendas e tribo (Candé Brandão). Foi aluno de Vadim Arsky, Debora Gurgel, Roberto Sion e Vinícius Dorin. Participou de workshops com Amilton Godoy, Nelson Bergamini, Phill Wilson, Michael Brecker, Cristiane Neves, Nelson Ayres, James Carter e Joshua Redman. Atualmente, é professor de saxofone, flauta transversal e iniciação musical no “Clam”, escola de música do Zimbo Trio e integra os grupos GrOOfbOOgalOO,TRiNCHeiRa e Quasímodo

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Divina Comédia coloca a Cultura como conteúdo pro Marketing fidelizar clientes e reforçar marcas

21/10/2011

Empresa de Sergio Ajzenberg trabalha a cultura como importante componente do marketing para reforçar e/ou criar marcas e fidelizar clientes. Especialista em marketing cultural, Sergio é uma das principais fontes do mercado pra falar sobre leis de incentivo à Cultura como fator de desenvolvimento do setor. A Divina Comédia tem no seu portfolio trabalhos para as empresas, PÃO DE AÇUCAR,TELEFONICA, CREDICARD, CLARO, MOTOROLA e UNIBANCO, entre outras, e desenvolve as seguintes ações: DIVINA CAFFÉ, PAULÍNIA FEST, MUSICA NO BURLE MARX (na foto, Diego Figueiredo, uma das atrações da série), TEMPORADA DE JOAO CARLOS MARTINS NOS EUA, CONEXAO CULTURAL CAMPINAS, CONEXAO CULTURAL MANAUS, FONTE MULTIMIDIA DO PARQUE IBIRAPUERA.

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Principal mostra do Brasil completa dez anos

21/10/2011

Iniciativa da empresa Porto Seguro Seguros, tem organizacão

e produção de Cildo Oliveira e Sandra Ramos.

A criação do Prêmio Porto Seguro Fotografia teve objetivo de abrir um canal para a apresentação da produção fotográfica brasileira e seus autores, sem impor regras rígidas de participação. A cada ano a curadoria procura ampliar as possibilidades de inscrição de qualquer pessoa que fotografe ou trabalhe com a imagem através de categorias mais abertas possíveis. A única regra que existia em todas as edições era o tema.
Desta forma, o Prêmio busca intensificar uma característica que já é sua, a preocupação com a difusão e circulação da produção fotográfica brasileira, incluindo principalmente fotógrafos que não tenham possibilidades de mostrar seus trabalhos nos circuitos institucionalizados. Desta forma, já revelou artistas como Lívia Aquino, Lucille Kanzawa, Ronaldo Camelo, Edith Derdyk e Luciana Mendonça, através de seus prêmios.
Tanto na curadoria como na Comissão de Premiação, o Prêmio Porto Seguro Fotografia promove uma rotatividade de profissionais renomados na área, trazendo uma “abordagem intermodal do espectro do pensamento contemporâneo”. Já participaram fotógrafos como Claudia Andujar, Walter Firmo, Thomaz Farkas, Cristiano Mascaro e German Lorca e professores, críticos e pesquisadores de fotografia como Ana Maria Belluzzo, Annatereza Fabris, Maria Hirszman e Eder Chiodetto.

A Textos & Ideias trabalho em oito das nove edições realizadas até agora.

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Brinquedos nascem das histórias e personagens de animação

21/10/2011

VIDEOBRINQUEDO é pioneira na estratégia de associar brinquedos às animações e está no mercado desde 2004. A empresa paulistana cria histórias com animações que estimulam o desenvolvimento de brinquedos relacionados aos personagens. Carrinhos é o principal sucesso da VideoBrinquedo: teve mais de dois milhões de cópias vendidas, foi exportado para 35 países e é atração regular do programa Rá-tim-bum, da Rede Cultura), que está em cartaz também no roteiro de teatro infantil.
Entre outros produtos, a empresa cria e comercializa softcars (carrinhos de brinquedo feitos de material plástico macio), DVDs da série Carrinhos em Coleção Comemorativa e cofres para pintar. São objetos inspirados nos personagens automobilísticos, vêm com jogo de tintas e pincel para que a criança possa pintá-lo, num importante e divertido exercício de coordenação motora e desenvolvimento de senso artístico e cognitivo. Além disso, os cofrinhos são laváveis, o que permite fazer pinturas quantas vezes quiser. Em linha com o principal conceito da marca (a associação das animações com os brinquedos que originam), os cofrinhos também são vendidos junto com os DVDs da série.

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Músicas do Rei emolduram diálogos de jovens apaixonados

21/10/2011

FICHA TÉCNICA
Quem inventou o amor foi Roberto Carlos
Texto de Aninha Franco; direção Christina Trevisan; direção musical Celso Rangel; direção Vocal Adriano DiSidney; com Bruna Pazinato e Matheus Herriez e banda de sete músicos e duas backing vocals; cenografia e figurino Rita Benitez; desenho de luz Cizo de Souza; direção de produção Valdir Archanjo, Sergio Baptista, Rita Beniteze Bira Saide; realização Nero Produções e Victor Hugo Produções; fotógrafo Erik Almeida.
SERVIÇO
Gênero: Musical; duração: 60 Minutos. Quartas e Quintas, 21h30. Local: Teatro Das Artes (Shopping Eldorado), 769 Lugares,  Av. Rebouças, 3970 – 3º Piso – Pinheiros – São Paulo.
Telefone para Informações: 11 3034.0075. Ingressos a R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Vendas on-line: Ingresso.com – done 4003.2330. Vendas: Cartões de Crédito e Débito
Temporada: de 28/09 a 03/11/2011
Censura: 12 anos

O texto de Aninha Franco reproduz o encontro de um jovem casal que vive conflitos de uma relação amorosa. Aventuras e desventuras salpicadas com humor leve e de momentos de romantismo, típico dos enamorados.

No roteiro entram músicas como Detalhes, Ciúme de você, Olha, Eu sou terrível e Eu te darei o céu, sucessos de Roberto Carlos das décadas de 1960 e 70, e, ainda, Sentado à beira do caminho, que foi interpretada por Erasmo Carlos.
O roteiro musical é executado por Mauricio Hoffman (bateria), Rafael Reis (guitarra), Celso Rangel (guitarra e violão), Emerson Dias (baixo), Ge Souza (teclado), Vini Morales (teclado) e Sergio Henrique (violino). Juliana Peppi e Julia Nardini atuam como backing vocals.
Para Aninha Franco Roberto Carlos lhe deu uma dimensão da liberdade quando eu, adolescente, proibida de dizer inferno em casa, durante a Semana Santa de 1964, ouviu no rádio E que tudo o mais vá pro inferno. Depois, teve paixões embaladas pelo Rei, que descreveu nas músicas o “frisson da Rua Augusta” antes que ela conhecesse. “Ele falou da emoção de transgredir em várias composições, dele e de outros. De todos esses fatos, eu conservo um Roberto Carlos jovem e transgressor, pop e apaixonado, até hoje muito bom de ouvir. É esse artista que está na peça” diz a autora.
Peca para jovens lota teatro em Salvador
com público de todas as faixas etárias
Celso Rangel debruçou-se na criação dos novos arranjos e na direção musical com a preocupação de “manter o romantismo do Rei”, dando uma cara mais atual aos arranjos originais. A banda executa com “pulsação firme” com ingredientes de The Beach Boys e Marvin Gaye, associados às levadas de violões acústicos, pianos elétricos e harmonds, usados na época. Celso procurou manter o romantismo das canções com traços e ingredientes apropriados para a década atual. “Não é uma peça para maduros, papais e tiozões; a moçada jovem também vai curtir. É pra todo mundo se levantar e dançar”, estimula Rangel.
Aninha Franco lhe faz coro. Diz que na primeira montagem da peça, que nasceu a partir de um diário que escreveu ainda adolescente chegando à juventude, esperava um público teen. “Veio gente de todas as faixas etárias. A casa lotou”, recorda ela.
Quem inventou o amor… foi montada pela primeira vez em 2000, no Teatro XVIII, em Salvador, onde a autora apresentou projeto para formação de público. A peça seguiu carreira e chegou a participar do Festival de Verão, da TV Bahia, fez temporada em Recife e voltou a lotar o Theatro XVIII.
Matheus Herriez
Matheus nasceu em Sorocaba e desde pequeno demonstrou interesse pela arte: aos 12 anos cantava solo na igreja e no coral do colégio da cidade. Aos 19 anos montou sua primeira banda de rock. Em 2003 participou do reality show Popstars, onde foi selecionado entre 34.000 candidatos para fazer parte do Br’oZ, que vendeu mais 400.000 discos e 30.000 DVDs. O grupo encerrou suas atividades em 2005 e seus cinco integrantes seguiram carreiras solo. Matheus retomou atividades com a KM7Nove, sua banda de Sorocaba. Em 2008, recebeu convite para fazer parte do elenco de Aida, um dos maiores espetáculos musicais da Broadway. Ele viveu o personagem Radamés e, como um dos protagonistas, interpretou músicas de Elton Jonh e Tim Rice. Em 2009 reuniu algumas canções autorais e decidiu produzi-las com a parceria de Rique Azevedo e gravou o álbum Ser o que sou. A faixa-título tocou em diversas rádios do Brasil, alcançando o 4º lugar na Rádio Transamérica Pop. O vídeo clipe ficou entre os mais acessados no site da MTV. No início de 2010 Matheus deu uma pausa no projeto solo para se dedicar inteiramente à banda Monk.
Bruna Pazinato
Ela iniciou carreira há quatro anos ao participar do Festival da Canção Blau Nunes no Rio Grande do Sul sendo premiada em primeiro lugar em 2007, 2008 e 2009. Ainda no RS, em 2008, atuou nas peças O livro dos sonhos e Sitio do Pica-Pau Amarelo. Já em São Paulo, em 2009, integrou o elenco de Making musicals, sob direção de Wolf Maya, em que teve direção musical e preparação de Thiago Gimenes. No mesmo ano fez curso com Jeanie Lovetri, uma das maiores especialistas do mundo em treinamento para cantores de música comercial contemporânea da atualidade.
Aninha Franco
Escritora, dramaturga foi finalista do Prêmio Cláudia, da Editora Abril por seu trabalho no Teatro XVIII no ano de 2006. Ganhadora do Troféu Brasken de Teatro nos anos de 2003 e 2005 pelos textos O amor comeu e Esse Glauber, respectivamente, Prêmio Sharp de Melhor Musical Brasileiro com Os cafajestes de 1995, acumula também vários prêmios literários no estado da Bahia, com publicações como A comida de Nzinga, Esse Glauber, A casa de minha alma, O
amor comeu, Brasil em O maior terremoto da terra, entre outros.
Christina Trevisan
Diretora, atriz e professora, formada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Maria (RS), em 1979, Christiona é Mestre em Artes Cênicas pela UNESP, com a pesquisa Stanislávski-Laban: do Texto à Encenação, sob a orientação do Prof. Dr. José Manuel Ortecho. Aprofundou seus conhecimentos em Dança Educação no Caleidos Arte e Ensino, dirigido pela Profa. Dra. Isabel Marques. Autora dos livros Teatro na Escola – Caderno do Diretor 1 e 2, publicados pela Callis Editora (2002), desde 2004 leciona no Curso de Pós-Graduação da Faculdade Paulista de Artes. Em 2006, no Curso de Licenciatura Plena em Artes Cênicas da mesma instituição, lecionou Técnicas Corpóreas, Interpretação e Laboratório de Montagem. Em 2009, participa da Mostra TUSP/USP de experimentos teatrais como diretora do espetáculo O provedor, de Marcos Benedito de Oliveira, que havia montado em junho de 2008, no Centro Cultural São Paulo. Em 2007-2009, adapta para o teatro e dirige o musical Tieta do Agreste, do original de Jorge Amado, estreando no Teatro Frei Caneca. Em 2003, dirige Grease – O musical, de Jim Jacobs e Warren Casey, no Teatro Sérgio Cardoso.
Celso Rangel
Guitarrista, violonista, arranjador, produtor e diretor musical, natural do Rio de Janeiro, Rangel iniciou sua carreira aos 12 anos, como integrante da atual e famosa banda internacional de rock, Dorsal Atlântica. Como auxiliar técnico, auxiliar de produção, músico e produtor e diretor musical, já realizou trabalhos para Cláudio Zoli, Tim Maia, Elza Soares, Roupa Nova, Dóris Monteiro, Leni Andrade, Maurício Einhorn, Luis Melodia, Baby do Brasil, Ney Matogrosso, Pepeu Gomes, Roberto Carlos, Xuxa, A Cor do Som, Kleiton & Kledir, Celso Blues Boy, Sá Rodrix & Guarabyra e Juca Chaves, entre dezenas de outros. Fez produção para Rádio Fluminense FM, Rede Globo de Televisão, SBT –Sistema Brasileiro de Televisão, Rede Record e Rádio Cidade, entre outras, alem de cuidar da produção musical em casas noturnas do Rio de Janeiro e São Paulo, como JazzMania, Morro da Urca e Circo Voador. Trabalhou na produção do Rock In Rio, Free Jazz, Hollywood Rock, Heineken in Concert entre outros. Mora em São Paulo há mais de 10 anos. Em 2007, foi guitarrista,violonista e diretor musical da Liriel, num trabalho pop lírico, que fez turnê no Brasil, Europa e Estada Unidos e realizou trilhas sonoras para peças teatrais como Caminho de Santiago e para peças e filmes da Escola de Atores Wolf Maya. Em 2008, foi diretor e produtor musical do Rock Show, musical com supervisão do diretor da Rede Globo Wolf Maya. Em 2009, iniciou o ano produzindo trilhas musicais para a peça Perto do Fogo, do diretor Nicolau Ayer, pela 2NEXT Entertainment Agency.

Assessoria de imprensa: Textos & Ideias

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Associação atua para formar sociedade mais consciente, igualitária e responsável

21/10/2011

Com o objetivo de contribuir na geração de conhecimentos e práticas que promovam a cultura da convivência e tendo como princípio propiciar o cultivo do desenvolvimento pessoal com autonomia e responsabilidade e voltado para a participação comunitária, a Associação Palas Athena está voltada para a aproximação das culturas e articulação dos saberes. Suas ações promovem diálogo e entendimento para a coexistência harmoniosa das diversas tradições culturais e espirituais. Realiza cursos e publicações para desenvolver a educação fundada na compreensão da natureza humana, suas aspirações e expressões, e da interdependência dos meios nos quais nasce e se insere.

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Teatro de bonecos e animação do Brasil e de três outros países

21/10/2011

Com apresentações em nove cidades paulistas, boa parte em trabalhos inédita, para público de todas as faixas etárias, a MOSTRA SESC TEATRO DE ANIMACAO aconteceu de 9 a 18 de setembro. Acumulou 77 apresentações de 13 grupos brasileiros e três internacionais – Espanha, Holanda e Peru – nas unidades do Ipiranga, Pinheiros e Santana, da capital, e em Araraquara, Bauru, Campinas, Ribeirão Preto, Santo André, São Carlos, São José dos Campos e Taubaté, no interior.

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Ator destaca-se em monólogos que exploram o melhor da Literatura

21/10/2011

O jovem e talentoso ator João Paulo Lorenzon tem se destacado em monólogos em que explora textos e conceitos de nomes como Jorge Luis Borges (Memória do mundo), Jean Genet (O funâmbulo) e Sandor Márai (De verdade (ver abaixo)), sempre com elogiadas montagens. Atualmente está em cartaz com o espetáculo Água, montado na galeria de arte Espaço Parahaus, Vila Madalena, em que ele atua dentro de um tanque de água.

JOÃO PAULO LORENZON ESCREVE E ENCENA MONÓLOGO

DE VERDADE, INSPIRADO EM LIVRO DE SÁNDOR MÁRAI

Escritor: Sándor Márai. Direção: Antônio Januzelli. Interpretação e adaptação: João Paulo Lorenzon. Música Original: Marcelo Pellegrini. Produção executiva: Fernanda Bianco. Fotografia e direção de arte: Juliana P. Neummam

Serviço:
Teatro da Livraria da Vila Cidade Jardim : Avenida Magalhães de Castro, 12000 – Butantã. Telefone – (11) 3755-5811 (11) 3755-5811 Temporada de 11 de setembro a 05 de dezembro. Sab às 20h. e dom às 18hs. Ingressos R$ 40,00 e meia R$ 20,00. Vendas antecipadas em todas as Livrarias da Vila de São Paulo. Lotação: 100 lugares
Duração: 60 minutos

Com direção de Antonio Januzelli, peça volta dia 07 de maio ao Teatro da Livraria da Vila, no Shopping Cidade Jardim, onde obteve ótima recepção do público ano passado; primeira adaptação para o teatro da obra do escritor húngaro no Brasil é terceiro monologo montado pelo ator

Neste solo João Paulo Lorenzon conclui o que chama de TRILOGIA DA SOLIDÃO. De verdade é um espetáculo que busca tocar na solidão como resultado das tragédias humanas, como conseqüência da falta de coragem para uma real entrega. Nos dois trabalhos anteriores que compõem a trilogia, a solidão mostrava outras caras; em Memória do mundo, inspirado no universo de Jorge Luis Borges, com direção de Élcio Nogueira Seixas, em 2008, a encenação trazia o prazer da solidão, o estar só como estado criativo e como espaço para a memória e divagação, em O funâmbulo, de Jean Genet, com direção de Joaquim Goulart, em 2009, o solo falava da solidão como ponto de partida para a superação, da solidão como aliada do artista.
A trilogia fala de três personagens diferentes, mas todos são homens se relacionando com um aspecto diferente da solidão. Três homens, três momentos, três lugares, três autores, três diretores, a solidão e seu triângulo e um só ator. Uma trilogia teatral.
A Livraria da Vila convidou Lorenzon para inaugurar a temporada
teatral no seu espaço de 100 lugares no Shopping Cidade Jardim após
conhecer os dois trabalhos anteriores dele e por se tratar de uma adaptação de um livro importante, à venda no local. Com a peça, as vendas dos livros de Márai triplicaram na rede da livraria.
“Talentoso e sensível
“De verdade está de volta devido ao sucesso de público e crítica, mas, principalmente porque queremos voltar a receber e apoiar o trabalho de um grande ator que soube criar uma ótima adaptação teatral. João Paulo Lorenzon mostra-se talentoso e sensível ao valorizar um autor como Sándor Marai, um húngaro, que tem uma relação estreita com a Livraria da Vila, frequentando a lista dos mais vendidos com seus vários títulos há muitos anos”, declara Samuel Seibel, o presidente da empresa.
O ator aprecia Sándor Márai desde quando leu As brasas, mas foi logo depois de ler O legado de Eszther, que se interessou por trabalhar num texto do autor para teatro. A inspiração aconteceu ao debruçar-se sobre De verdade e ver no tema a possibilidade de completar a trilogia sobre a solidão.
João Paulo Lorenzon negociou pessoalmente os direitos do livro com a editora
Italiana Delphin e assina a adaptação do romance homônimo de 445 páginas para um roteiro teatral de 10 páginas. Nesse trabalho, contou com a supervisão do filósofo Alan Victor Meyer e do psicanalista José Canelas. O texto teve seu acabamento durante os ensaios com o diretor Januzelli.
Sobre o ator
João Paulo Lorenzon foi integrante do Núcleo Experimental de Teatro do Sesi, coordenado por Isabel Setti, de 2004 a 2007. Formado pelo Teatro Célia Helena em 2001. Professor do curso de teatro do Colégio Cidade de São Paul. Formou-se em Direito na PUC-SP, em 2003.
Como ator, esteve nos seguintes espetáculos: Memória do mundo, direção Élcio Nogueira; O funâmbulo, direção Joaquim Goulart; Quem nunca, direção de Renata Melo, em 2006 e 2007; O quarto e O que eu entendi do que o Tom Zé disse, criação de Isabel Setti, em 2005; Balada para uma ovelha negra, texto e direção de Rony Guilherme, em 2003; Só mais um Instante, de Marta Góes, direção de Elias Andreato, em 2002 e Rei Lear, de William Shakespeare, com Raul Cortez, direção de Ron Daniels, em 2000 e 2001. Em cinema e vídeo o ator participou de Anotando a China, documentário sobre o poeta e psicanalista Fabio Hermann, direção de Laura Taffarel em 2007; Vida de solteiro, seriado para a MTV em 2005; Expresso para Anhanguaba, longa-metragem, com direção: de Tony de Sousa, em 2004; Mário de Andrade, documentário da série Mestres da Literatura, realizado pela TV Cultura, em 2002.
Sobre o escritor
Sándor Márai, escritor húngaro, nascido em 1900, sempre teve enorme reconhecimento na Europa e na América Latina, onde foi comparado a grandes nomes da literatura, como Thomas Mann, um dos maiores escritores alemães do século XX e a de Gyula Krúdy, autor húngaro de obra extensa e muito querido em toda Hungria e Europa. Embora os que lêem Sandor Márai se apaixonam por sua escrita, ele ainda é um autor a ser descoberto no Brasil. Tem oito livros publicados aqui pela Cia. das Letras. Márai suicidou-se aos 89 anos, em 1989. Sua obra já foi encenada na França e na Itália e em vários outros países europeus. No Brasil será sua primeira montagem teatral.
Sobre o diretor
Antônio Januzelli é pesquisador das Práticas do Ator, fez Mestrado e tem Doutorado em Teatro pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, respectivamente em 1984 e 1992. Professor da área prática de teatro no Curso de Graduação e Pós Graduação do Departamento de Artes Cênicas da ECA/USP (desde 1977) e de Interpretação e Improvisação na Escola de Arte Dramática da ECA/USP (l977 a 2002), ele ministra cursos de teatro no Brasil e Exterior. É Autor dos livros A aprendizagem do ator e Práticas do ator – Relato de mestres. Eis alguns se seus trabalhos: Coordenação do espetáculo Onishi não sabe dançar, montagem em homenagem a Kazuo Ohno. Apresentado no Studio Kazuo Ohno, Tókio/Japão. Fevereiro de 2009; direção do espetáculo O porco, texto do dramaturgo catalão Quim Monzó. indicação ao Prêmio Shell de melhor ator para Henrique Schafer. Eleito também Melhor Ator no Festival Internacional de Teatro de Santa Cruz de La Sierra/Bolívia, 2007; direção do espetáculo Se eu fosse eu, dramaturgia a partir de texto de Clarice Lispector.

Assessoria de Imprensa: Textos & Idéias/Heloisa Cintra

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Amilson Godoy dá um jeito sinfônico ao rock e à MPB

21/10/2011

Com o propósito de ampliar público para a música orquestral, o maestro Amilson Godoy dirige o Grupo Sinfonico Arte Viva em concertos de rock sinfônico com arranjos que ele cria. Titãs, Lulu Santos, Toquinho, Paralamas do Sucesso e Mariana Aydar são alguns nomes com os quais o maestro já trabalhou, em apresentações pelo Brasil afora. Foi dele o arranjo da abertura do Rock in Rio 2011, em shows do Paralamas, Titãs e na homenagem a Renato Russo.

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A Mitologia Grega está em nosso cotidiano

21/10/2011

Com formato de contação de história, o mitólogo Fábio Simonini conta a saga e aventuras dos deuses, heróis e personagens da Mitologia Grega, cujos enredos formam e alimentam nosso comportamento. Os encontros mensais acontecerem no TU Mercado de Arte e Cultura e no Espaço Mágico.

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Curadoria e produção cultural para Editora Abril

21/10/2011

Desde 2003, quando fizemos a curadoria cultural do ESPAÇO CULTURAL VEJA SÃO PAULO, na Riviera de São Lourenço, contribuimos para que essa iniciativa da EDITORA ABRIL/revista VEJA SÃO PAULO se tornasse uma das principais atrações do Inverno (em Campos do Jordão) e do Verão (Bertioga/Riviera de São Lourenço) dos paulistas em férias nessas cidades. Depois passamos a fazer o mesmo trabalho também na Ilhabela e em Búzios. Totalizamos mais de 300 eventos culturais, a maior parte deles musicais – e uma significativa seleção de teatro infantil. Em setembro e outubro produzimos os shows da banda Disk Music no evento COMER & BEBER, que se realizou em São Paulo (HSBC) e no Rio de Janeiro (Pier Mauá).

Para a série de 2012 do ESPAÇO CULTURAL VEJA SÃO PAULO, que será montado na Riviera de São Lourenço, fizemos a curadoria e produziremos nove shows. Na seleção estarão os grupos Beatles Segundo a Cia. Filarmônica, Big Time Orchestra, Blackommodoro, Disk Music, Frank Elvis & Los Sinatras, Quadriphonix, Quasímodo, a dupla André Frateschi e Miranda Kassim e o cantor Tony Gordon.

Ver programação semanalmente divulgada na revista VEJA SÃO PAULO.

' st_title='Curadoria e produção cultural para Editora Abril' st_url='http://www.textoseideias.com.br/clientes/editora-abril-comer-beber-e-espaco-veja-sp-curadoria-cultural-teatro-musica-producao-caprichada/curadoria-e-producao-cultural-para-editora-abril/' >

Divina Comédia de Sergio Ajzenberg leva Cultura ao conteúdo das ações de Marketing

21/10/2011

Fundada em 1990, por Sergio Ajzenberg, que a conduz até hoje, a Divina Comédia atua com a preocupação de projetar grandes marcas, tendo a Arte e entretenimento como conteúdo para ações de marketing. Criou e produziu projetos pioneiros e de grande duração para marcas como Pão de Açúcar (Pão Music, durante 14 anos), Motorola (Motomix, quatro anos) e Telefonica (Telefonica Trio Tons, cinco anos). Credicard, Claro e Unibanco também contaram com seus serviços. É a agência de criação e produção da BM&A – Brasil Música & Artes para divulgação da marca Brasil no exterior, tendo realizado o Midem/Cannes 2004 – Ano do Brasil na França 2005 e o Copa da Cultura 2006. Durante três anos fez o Réveillon de Copacabana, a maior festa ao ar livre do mundo, e realiza, ainda, o Paulínia Fest e temporadas nacionais da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, entre outras dezenas de eventos. Em 2011 criou e produziu a temporada do maestro João Carlos Martins com orquestra e integrantes da Escola de Samba Vai Vai, nos Estados Unidos. Música no Burle Marx, Conexão Cultural Campinas, Manauara Cultural e concertos do grupo Divina Caffé são algumas das iniciativas da Divina Comédia em andamento.

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DIVINA COMÉDIA MOSTRA SHOW DE BANDOLIM ELÉTRICO NO BURLE MARX

14/10/2011

NEY MARQUES E BANDOLIM ELÉTRICO SÃO ATRAÇÕES

DA SÉRIE MÚSICA NO BURLE MARX

Com repertório de choros, rock, jazz e frevos, explorados em obras de Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Pat Metheny, Sivuca e Dodô e Osmar, além de conhecidas trilhas sonoras de programas de TV, grupo liderado por Ney Marques apresentou-se domingo, 11, gratuitamente; iniciativa da Fundação Aron Birmann, administradora do Parque Burle Marx, tem curadoria e produção da Divina Comédia, com apoio do Shopping Jardim Sul e da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário

SERVIÇO

MÚSICA NO BURLE MARX. 

Atração: NEY MARQUES E BANDOLIM ELÉTRICO

Local: Parque Burle Marx (www.parqueburlemarx.com.br), Av. Dona Helena Pereira de Morais, 200. Quando: domingo, 11 de dezembro, 11h. CENSURA LIVRE. GRÁTIS. Estacionamento: R$8,00

Mais informações à imprensa: Textos & Ideias

Bandolinista, guitarrista e violonista, Ney Marques, criador e líder do Bandolim Elétrico, atua no mercado há mais de 25 anos, portando uma guitarra baiana Midi de múltipla sonoridade: soa como cítara, banjo, violino e todas as possibilidades sonoras da mistura desses instrumentos, além de bandolim. No palco, terá a companhia de Zé Antônio (teclados e arranjos), Luiz Rabello ( percuteria), Beto Abbatepaulo (violões e guitarra), Cássio Poletto (Violino) e Bosco Fonseca (baixo acústico) e, ainda, como convidada especial, a cantora e compositora Dani Gurgel e a instrumentista Adriana Sanches .

NEY MARQUES, CURRÍCULO RESUMIDO

Com o trio No Bico da Chaleira, ele viajou pelo Brasil a partir de 1986 tocando repertório próprio e clássicos de Dodô e Osmar. Em 1999, como resultado dessa turnê, gravou o primeiro CD, Bandolim Elétrico I. Paralelamente ao trabalho instrumental participou de vários projetos como músico, arranjador e produtor. Luli e Lucina, Ney Matogrosso, Francis Hime, Peninha e Leandro e Leonardo foram alguns artistas que tiveram sua assinatura e companhia.

Foi diretor musical em três DVDs do cantor Leonardo e em 2009 assumiu a direção musical da Fundação Bachiana, do maestro João Carlos Martins. Com a Orquestra Filarmônica Bachiana, nesse ano, participou do encontro da orquestra com Dave Brubeck e Cris Brubeck em São Paulo e em Nova York, no Lincoln Center. Ainda em 2009, atuou como diretor musical do primeiro encontro da música clássica com a música sertaneja de raiz, tendo Chitãozinho e Xororó cantando musicas de Schubert, Villa Lobos, Bach e Beethoven, além de alguns clássicos do repertório da dupla.

Em 2010, esteve na parte musical do aniversario de dez anos do programa Altas Horas, atuando com elenco que foi de Maria Gadú a Dudu Nobre; fez a direção e produção do CD e DVD de Chitãozinho e Xororó, comemorando os 40 anos de carreira, e para o primeiro encontro da Filarmônica Bachiana, na Sala São Paulo, com o DJ Anderson Noise, apresentação transmitida para o mundo todo e foi sua também a direção musical do maior evento de pagode, como o grupo Exalta Samba, originando DVD, Blueray, CD e LP. Ney encontra ainda tempo e dedicação para produzir e gravar talentos que vêm se destacando em todo o Brasil. Nomes como Rodolfo Theodoro, Ricardo Luz, Monica Guedes, Erick e Léo e a banda Onshore, que obteve mais de um milhão de visitas no Myspace, contam com seu trabalho.

Música no Burle Marx vai até fevereiro, com uma pausa em janeiro apenas. O grupo ClarinEtc, dia 05 de fevereiro, encerra a primeira fase da série. “Com essa série, o Burle Marx, através de sua fundação, proporciona Cultura à cidade e à sociedade. A música vai tornar ainda mais agradável a caminhada e a visita aqui, potencializando momentos de felicidade”, diz Raquel Domingues, diretora da instituição. Ela destaca o papel da Divina Comédia ajudando a viabilizar a iniciativa.“Música de qualidade sempre terá público na cidade, ainda mais num parque tão belo e bem conservado como o Burle Marx”, diz Sergio Ajzenberg, da Divina Comédia.

Patrimônio preservado e seguro. Tombado pelo Condephaat, por ser um dos últimos remanescentes de Mata Atlântica na área urbana de São Paulo – sua  área é de 138 mil metros quadrados – O Parque Burle Marx é considerado patrimônio cultural de grande relevância para a cidade também por possuir jardim projetado pelo paisagista Roberto Burle Marx, que lhe empresta o nome. Inaugurado como jardim em 195O, a partir de 1995, quando foi transformado em parque, passou a ter diretrizes que o definem como lugar de lazer contemplativo. Foi considerado o melhor parque da cidade de São Paulo pelo Sindicato Nacional das empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco). Seu modelo de administração, diferente dos demais espaços públicos, busca oferecer aos frequentadores segurança num parque impecavelmente cuidado e preservado. Entidade de direito privado sem fins lucrativos, a Fundação Aron Birmann o administra de forma privada, com objetivos de aproximar a natureza das pessoas no cotidiano da São Paulo.

O QUE FAZ A DIVINA COMÉDIA

Empresa de Sérgio Ajzenberg, a Divina Comédia trabalha a Cultura como importante componente para reforçar e/ou criar marcas e fidelizar clientes. Desenvolve as seguintes ações: DIVINA CAFFÉ, PAULÍNIA FEST, MÚSICA NO BURLE MARX (na foto, Diego Figueiredo, uma das atrações da série), temporada JOÃO CARLOS MARTINS nos EUA, CONEXÃO CULTURAL CAMPINAS, CONEXÃO MANAUARA e FONTE MULTIMIDIA no Parque Ibirapuera.

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