Tag: TALENTO

VILLA-LOBOS DAS CRIANÇAS VOLTA NO TEATRO DAS ARTES

14/12/2011


Musical agrada a todos os públicos

Musical agrada a todos os públicos

Mais do que mostrar porque as músicas tornaram-se cânticos clássicos, interessa à direção de Iacov “contextualizar e atualizar essas criações e os temas que explicitam ou sugerem”. Ele procura evitar um tom passadista ou demonstrativo, e quer manter o encantamento que agrada várias gerações. Ao seguir o que Villa-Lobos dizia – “a melhor maneira de reeducar o espírito é aproximar-se das crianças, conviver com elas” – espera contagiar adultos também. A peça teve excelentes repercussão de público e crítica, ficando entre as melhores de 2011 na avaliação da Folha de S. Paulo.

SERVIÇO

Villa-Lobos das crianças – Espetáculo musical de cantigas populares

Direção: Iacov Hillel; Direção musical: Carlos Bauzys, Com: Fábio Saltini, Julia Duarte, Ricardo Monastero e Isabely Tomazi; Músicos: Viviane Godoy (piano), Klayber Varela (clarinete e flauta), Daniel Rocha (violão, cavaquinho e sanfona) e Silvana Razzante (fagote). Realização: Fixação Marketing Cultural.

Local: Teatro Das Artes (Shopping Eldorado), 769 Lugares. Endereço: Av. Rebouças, 3970 – 3º Piso – Pinheiros – São Paulo. Telefone para Informações: 11 3034.0075

Temporada: de 14 de janeiro a 01 de abril de 2012. Horários: sábados e domingos, 16h; Duração: 50 minutos; Classificação etária: recomendável acima dos três anos; Capacidade: 769 lugares. Ingressos a R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia). Vendas on-line: Ingresso.com – fone 4003.2330. Vendas: Cartões de Crédito e Débito. Censura: 12 anos

 Assessoria de imprensa – Textos & Ideias 

Canções que todo mundo conhece (Ó ciranda, ó cirandinha, Terezinha de Jesus, O cravo brigou com a rosa, Sambalelê, Sapo Cururu, Nesta rua tem um bosque, Pirulito, Os escravos de Jó e A canoa virou) e menos populares como Vamos ver a mulatinha, Vamos maninha, Garibaldi foi à missa e A moda das tais anquinhas estão no programa. Complementam a lista o Trenzinho caipira, Rosa amarela, trechos de choros e das Bachianas, que não estiveram nas montagens ocorridas em 1986 – quando a peça estreou – e em 1992.

Villa-Lobos das crianças – Espetáculo musical de cantigas populares “reúne canções esparsas para concretizar dramatizações cênicas com ações e não com palavras”, explica o diretor, que em 2011 completa 40 anos como diretor de teatro, e 49 anos como integrante dos mais diversos espetáculos, de ópera a shows, muitos deles premiados.

Fábio Saltini, Julia Duarte, Ricardo Monastero e Isabely Tomazi encabeçam o elenco, que contará com a participação de Viviane Godoy (piano), Klayber Varela (clarinete e flauta), Daniel Rocha (violão, cavaquinho e sanfona) e Silvana Razzante (fagote). A direção musical é de Carlos Bauzys.

A realização desse trabalho coincide com a obrigatoriedade do ensino de Música no Ensino Fundamental e Médio (Lei 11.769 sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva), que passa a vigorar a partir de agosto de 2011. Para estabelecer o processo de formação de público de MPB e do chamado Teatro Musical, a produção prepara um plano para atender ao maior número de escolas e alunos.

Nas suas primeiras montagens, sempre com a direção de Iacov, Villa-Lobos das crianças… recebeu os mais importantes prêmios do teatro infantil, e foi recomendada até mesmo para adultos. A peça surgiu como iniciativa de Guida Borghoff e teve entre seus integrantes Celine Imbert.

' st_title='VILLA-LOBOS DAS CRIANÇAS VOLTA NO TEATRO DAS ARTES' st_url='http://www.textoseideias.com.br/clientes/villa-lobos-das-criancas-teatro-infantil-essencial-variedade-direcao-profissional/ultimos-dias-para-ver-villa-lobos-das-criancas-no-tucarena/' >

Trio 3G surge com formação inusitada e herança genética musical da consagrada família Godoy

21/10/2011

Música instrumental e cantada de repertório classudo


Embora esteja para completar três anos de atuação, o 3G faz do show O que a gente ouvia lá em casa praticamente uma estreia. O nome é para reforçar jam sessions que curtiam na casa de seus familiares, sempre que os três se reuniam. No repertório entram desde um meddley de Milton Nascimento, a colagem Canto de Ossanha/Berimbau (Baden Powell/Vinícius de Moraes), clássicos como Linha de passe e Prêt-à-porter, ambas de (João Bosco/Aldir Blanc), Inútil paisagem (Antônio Carlos Jobim/Aloísio de Oliveira), Caminhos cruzados (Jobim/Newton Mendonça), Influência do jazz (Carlos Lyra), até inéditas ou raras como É demais sonhar você (Adylson Godoy) e Colorindo (Amilson Godoy).
A beleza dessas canções surge retocada, e com muita originalidade. Fruto da passagem do trio por Cuba, entram, ainda, La Glória Eres Tu – de José Antonio Méndez e uma leitura contemporânea de Siempre en mi corazón, do compositor Ernest Lecuona.
“Fiz uma pesquisa e não descobri nenhum trio com a nossa formação: voz, teclados e sopros. Celebramos músicas que, além de fazer parte da trilha sonora de nossas vidas, homenageiam nossos mestres. E o espírito é o seguinte: trazer para o palco a descontração da sala de nossas casas” define Tico, lembrando que as canjas domésticas sempre tiveram o “olhar e ouvidos vigilantes” dos seus parentes músicos.

Sobre a experiência em Cuba
O trio relata-se surpreendido: “estar com os mestres da música e compartilhar com eles nossa arte foi realmente incrível”, como disse Adriana. Lá todos tocam muito. Quem é músico iniciou os estudos muito cedo, aplicando-se, diariamente, cinco horas por dia na escola, dos oito aos 17 anos. São sempre impecáveis em suas execuções, têm preparo técnico”, afirma ela.
Para Frederico Godoy, a experiência, “de crescimento profissional patente”, constata que o intercâmbio entre dois povos extremamente musicais só pode resultar num enriquecimento cultural. “Tivemos que nos livrar de alguns preconceitos para entender a realidade local e assim podermos curtir nossa estadia. Assistir e dividir o palco com grandes músicos da ilha e conhecer o seu sistema de ensino foi gratificante”, diz o pianista.
QUEM É QUEM NO 3G
Paulistana, 35 anos, Adriana Godoy, é filha do compositor Adylson Godoy e da cantora Silvia Maria, aos sete anos ingressou na Escola de Piano Magda Tagliaferro, onde estudou até os 14 anos. Aos dezenove anos descobriu seu verdadeiro instrumento – a voz – e dedicou-se, a partir de então, ao estudo da técnica e interpretação vocal na Universidade Livre de Música e com Maria Alvim. Entre 1998 e 2005 apresentou-se com o pai em várias cidades. Depois, dividiu o palco com Alaíde Costa, Carlos Lyra, Eduardo Gudin, Filó Machado, João Donato, Joyce, maestro Júlio Medaglia, Marcos Valle, Miúcha, Renato Brás, Roberto Menescal, Rosa Passos, Sérgio Cabral, Swami Jr., Luiz Roberto Oliveira, Roberto Sion, Zimbo Trio e Théo de Barros, além de apresentar-se com seu tio, maestro Amilson Godoy e Orquestra Arte Viva, e com a Banda Sinfônica Jovem e as Orquestras de Cordas Theatro Municipal de São Paulo e Orquestra Jovem Tom Jobim. Participou de eventos sob a direção de Fernando Faro, José Possi Neto e Manoel Barenbein. Em setembro de 2009, juntamente com o Zimbo Trio, recebeu em La Paz, Bolívia, o certificado de reconhecimento cultural por sua participação no VIII La Paz Fest Jazz Internacional Música de Libertad. Adriana é professora de canto popular no CLAM (escola de música do Zimbo Trio) e professora convidada da Faculdade Santa Marcelina (SP), onde avalia dos alunos de bacharelado em canto popular.
Frederico Godoy, paulistano, 36 anos, filho do maestro e pianista Amilson Godoy, com cinco anos começou a estudar piano com Zuleica Bastos, da Escola Tagliaferro e aos 8 anos passou a estudar no CLAM, escola de música do Zimbo Trio. Iniciou carreira aos 18 anos como pianista da Banda Mo’Jama ao lado da cantora Graça Cunha, do baixista Fernando Savaglia e do baterista Fabio Luchs, com os quais gravou o CD Pulsação. Neste mesmo período foi pianista e arranjador do grupo erudito-popular Divina Caffè. Desde 2006, participa como pianista da Orquestra Arte Viva, regida por seu pai, com a qual já se apresentou com Ivan Lins, Toquinho, Yamandú Costa, Milton Nascimento, Vanessa da Mata e Margareth Menezes, entre outros. Integra e lidera o Frederico Godoy Quarteto, ao lado do guitarrista Ricardo Moreno, do baixista Paulo Machado e do baterista Luciano Lobato.
Tico D’Godoy nasceu em São Paulo e sempre gostou de brincar de teatro, até que aos 17 anos resolveu comprar um saxofone – e a música tomou conta de sua vida. A “experiência teatral” foi explorada em peças como Noturno, direção de Oswaldo Montenegro, Chimbirins e Chimbirons (Marcos Artur e Vladmir Capella), Piramo e Tisbe (Vladmir Capella), Bar doce bar (Luiz Alberto de Abreu e Ednaldo Freire), Peep Show (Maurício Moraes) e Lendas e tribo (Candé Brandão). Foi aluno de Vadim Arsky, Debora Gurgel, Roberto Sion e Vinícius Dorin. Participou de workshops com Amilton Godoy, Nelson Bergamini, Phill Wilson, Michael Brecker, Cristiane Neves, Nelson Ayres, James Carter e Joshua Redman. Atualmente, é professor de saxofone, flauta transversal e iniciação musical no “Clam”, escola de música do Zimbo Trio e integra os grupos GrOOfbOOgalOO,TRiNCHeiRa e Quasímodo

' st_title='Trio 3G surge com formação inusitada e herança genética musical da consagrada família Godoy' st_url='http://www.textoseideias.com.br/clientes/trio-3g-surge-com-formacao-inusitada-e-heranca-genetica-musical-da-consagrada-familia-godoy/' >